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Trabalho - O preposto não precisa ser empregado da empresa

Nas demandas trabalhistas o empregador que preferir não estar pessoalmente na audiência, pode ser representado por um "preposto", que no texto original da legislação desde 1943, o art. 843 da CLT dava a entender que deveria ser empregado, tanto que o TST decidiu que tinha que ser empregado e editou a Súmula 377 neste sentido. Com a reforma trabalhista, que veio por intermédio da Lei 13.467/2017, foi incluído um § 3º no art. 843, que explicitamente diz: "O preposto a que se refere o §1º deste artigo não precisa ser empregado da parte reclamada".  A partir da nova lei, essa discussão acabou.


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